domingo, 16 de fevereiro de 2014

Virtudes - A reverência por tudo aquilo que é sagrado.



Como poderia eu começar aqui falando, se não de modo a seguir a sequência das sete virtudes cardeais de um DeMolay?, as chaves para a vida de todos aqueles que a essas virtudes se dedicam, e a virtude que abordaremos hoje, é a Reverência pelas coisas sagradas.

 

A reverência pelas coisas sagradas é a nossa segunda virtude, não só a nossa, porém é um modelo que todos devem seguir para as suas vidas. Representada pelo Segundo Preceptor (um cargo em nossa ordem), ela representa como diz o nome a reverencia por tudo aquilo que é sagrado, o amor pelo nosso Deus, o amor pelo livro sagrado( Bíblia), e a fé que temos no nosso pai celestial (Deus), "Sem esta inabalável fé e a graça de nosso pai celestial, nossos trabalhos seriam em vão".

 

Para adentrar aos preceitos de nossa Ordem, é necessário crer em um ente superior, e professar uma fé sobre ele, sendo assim essa virtude como um ponto de suma importância na ordem, e de crescimento para quem a frequenta, ou está em seu redor. Utilizamos a nomenclatura " Pai Celestial", não havendo assim uma religião especifica, apenas um ente superior que comanda as linhas de criação da humanidade, porém dentro de nossa Ordem não há distinção de religião, respeitamos a opinião religiosa de todos contanto que creiam em um ente superior, que é um dos requisitos para adentrar em nossa ordem.

 

"Sendo assim, penso que essa virtude é um dos fatores que diferenciam os DeMolays dos demais, pois um DeMolay deve ser capaz de respeitar os diferentes credos do mundo, compreendendo a diversidade religiosa, tendo assim reverência por tudo que é sagrado para as pessoas, independente de qual religião elas seguirem evitando assim, a intolerância entre os povos, gerada pelo fanatismo e fundamentalismo ligados a religião".

 

"A oração é uma forma de agradecimento,
Por todas as dádivas que o pai celestial nos tem dado,
E por tudo que dele provem,
Devemos a ele nossos pais que nos proveram a vida,
E o ar que respiramos,
O sangue que flui por nossos corpos,
Devemos a ele os músculos que nos deixam de pé,
O alimento que nos chega à mesa,
O nosso coração pulsante e nosso cérebro pensante,
Estamos em eterna divida com esse ser,
Que ao longo do tempo aprendemos a amar,
Esse ser que possui muitos nomes,
Mais que mesmo com tantos nomes,
Não perde a fé que deposita em nos ao nascermos".




Textos respectivamente de: Jefferson Andrade, Lucas Migliorini e Guiherme.Poesias.

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